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SK TACO: “Aprendi muito assistindo o apEX, mas agora eu criei meu próprio estilo de jogo”

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Epitácio “TACO” de Melo é o entry fragger da SK Gaming e é duas vezes campeão do Major. Sua equipe começou 2017 em alto nível, eles estrearam na DreamHack Masters Las Vegas com João “felps” Vasconcellos, terminando em segundo lugar contra a Virtus.pro e vão fortes para a disputa da IEM Season 11 World Championship Katowice.


Antes de seus jogos, TACO falou com o theScore esports sobre assumir o papel de entry fragger e a busca por vingança contra a VP na casa deles.


2016 foi o seu melhor ano até agora no Counter-Strike, ganhando ambos os Majors do ano, no entanto, foi um pouco prejudicado por uma queda no desempenho no final do ano. Como você resumiria 2016?


Em 2015, fomos considerados uma boa equipe, mas não a nível mundial, no entanto, acho que 2016 foi uma temporada quase perfeita.


Ganhamos todos os Majors em 2016, mais a ESL Pro League Season 1. Tivemos segundos lugares por exemplo no IEM Katowice, IEM Oakland, ESL Pro League Season 2, ECS Season 1 e terceiro lugar na ECS Season 2, citando apenas alguns.


No CS: GO há tantas grandes equipes que eu acho que foi um ano maravilhoso para todos nós. Mesmo durante os tempos difíceis nós nos saíamos muito bem, mas podemos fazer ainda melhor e estou esperançoso que em 2017 podemos trazer mais troféus para casa.



Embora você não tenha sido apresentado como um dos 20 melhores jogadores da HLTV de 2016, Gabriel “FalleN” Toledo considera você um dos melhores jogadores do mundo, bem como o melhor entry fragger, no entanto, em suas 20 perguntas com a HyperX você disse que esse foi um papel que você nem escolheu.

O que você acha da avaliação do FalleN? Quem são os entry fraggers ou jogadores que você se inspirou para chegar onde você está hoje?


Minha equipe acha que estou fazendo um bom trabalho e isso é o que realmente importa para mim.


É um prêmio individual muito bom estar no Top 20 jogadores, mas isso não é o que traz troféus. É muito bom ver essa entrevista com o FalleN e ver que ele está satisfeito com o meu trabalho, isso me deixa mais motivado para continuar praticando e aprendendo.


Eu tenho dois papéis bem diferentes na minha equipe. Como CT eu tenho que jogar passivamente como eu estou sempre segurando o bombsite B quase sozinho. Por isso, desde o início eu nunca gostei de assistir jogadores que se concentram principalmente na mira, então eu sempre escolho os espertos como KRiMZ [Freddy “KRiMZ” Johansson], pronax [Markus “pronax” Wallsten], etc.


Como TR eu sou o entry fragger para ser honesto, eu aprendi um monte de coisas assistindo o apEX [Dan “apEX” Madesclaire], mas agora eu criei meu próprio estilo. Com a experiência que eu ganhei no ano passado, agora eu estou sempre tentando criar coisas que se encaixam com o meu estilo e me fazem confortável para jogar.


Tudo o que faço no jogo tem um objetivo principal: ajudar a minha equipe.


Vocês tiveram uma forte exibição no Major da ELEAGUE com Ricardo “fox” Pacheco, alguns diriam uma exibição inesperadamente forte. Por que ele não foi mantido no time, assumindo que era uma opção? Foi uma escolha entre o fox e João “felps” Vasconcellos e vocês decidiram escolher o felps?


Ficou claro desde o início que o fox seria apenas um substituto. Para jogar conosco, ele precisaria se mudar para a Califórnia, mas ele será um pai este ano e, claro, quer ficar com sua família.


Ele fez um trabalho incrível jogando com a gente, mas foi comunicado desde o início que queríamos jogar com o felps a longo prazo.


Felps tem um estilo de jogo bastante parecido com o do Fernando “fer” Alvarenga, como ele foi adaptado na formação? Qual é a configuração atual da equipe e foi afetada pelos resultados da DreamHack Masters Las Vegas?


Tudo é muito novo e sempre leva tempo para encontrar os papéis. Tivemos que fazer menos adaptações do que com o fox, como ele jogava primariamente com a AWP. A DreamHack foi um bom começo e já podemos ver que esta formação será muito forte no futuro.


Nós perdemos apenas provavelmente para a melhor equipe atual em jogos realmente próximos. Virtus.pro são como o nosso chefe final e esperamos nos vingar na casa deles esta semana.



Apesar de vocês terem jogado um evento de LAN inteiro na DHM Vegas, vocês ainda têm que jogar a nova Inferno, embora geralmente seja o último mapa que vocês banem em um veto.

Quais são seus pensamentos na substituição da Dust II? Como o novo grupo de mapas ativo afeta a equipe, já que acredito que Dust II era um mapa muito forte para vocês?


Não foi bom para nós já que éramos bastante confortáveis na Dust II, mas na verdade podemos jogar Inferno e estamos praticando o mapa. Em Vegas não tivemos nenhuma razão para escolhe-lo, pois temos um monte de mapas melhores para jogar, como Train, Overpass, Mirage etc.


Em geral, eu acho que é uma coisa muito boa para atualizar o jogo, uma vez que os fãs podem sempre assistir a algo novo. Eu realmente gosto da Inferno nova e se eles fizerem algumas atualizações a mais vai ser um mapa realmente muito bom.


Voltando às suas 20 perguntas com a HyperX, você mencionou que se você não fosse um jogador profissional de CS: GO que você seria um de Dota 2. Quem são seus heróis favoritos para jogar? Para quais equipes você torce?


Eu não tenho jogado Dota há muito tempo, mas eu era realmente bom jogando com a Mirana, Shadow Fiend e me divertia um monte jogando com o Pudge.


Eu não assisto muitos torneios de Dota 2, mas eu gosto de assistir a equipes como a OG e Genils Evil quando eles jogam.


Fonte: theScore esports

Fundador da Gamers Action, apaixonado por Games em geral e CS em especial, atualmente minha única plataforma é o PC. Siga a Gamers Action no Twitter e curta no Facebook.